“Quando a última árvore for cortada, quando o último rio for poluído, quando o último peixe for pescado, aí sim eles verão que dinheiro não se come…”

Greenpeace

22 comments so far

  1. Kakaa on

    esse pensamento é de Bob marley !

    • fabi on

      não, não. Isso é um provérbio indígena, talvéz, não sei, Bob Marley tenha usado essa frase, daí podem achar que é originalmente dele.

      • Diego on

        esse pensamento foi escrito por chefe indígena numa carta ao então presidente do EUA Abraham Lincoln

      • Diego on

        Carta do Cacique Seattle ao Presidente dos EUA em 1855

        “O que ocorrer com a terra, recairá sobre os filhos da terra. Há uma ligação em tudo.”

        Este documento – dos mais belos e profundos pronunciamentos já feitos a respeito da defesa do meio ambiente – vem sendo intensamente divulgado pela ONU (Organização das Nações Unidas). É uma carta escrita, em 1855, pelo chefe Seatle ao presidente dos EUA, Franklin Pierce, quando este propôs comprar grande parte das terras de sua tribo, oferecendo, em contrapartida, a concessão de uma outra “reserva”.

        Como é que se pode comprar ou vender o céu, o calor da terra? Essa idéia nos parece estranha. Se não possuímos o frescor do ar e o brilho da água, com é possível comprá-los? Cada pedaço desta terra é sagrada para meu povo. Cada ramo brilhante de um pinheiro, cada punhado de areia das praias, a penumbra da floresta densa, cada clareira e inseto a zumbir são sagrados na memória e experiência de meu povo. A seiva que percorre o corpo das arvores carrega consigo as lembranças do homem vermelho.

        Os mortos do homem branco esquecem sua terra de origem quando vão caminhar entre as estrelas. Nossos mortos jamais esquecem esta bela terra pois ela é a mãe do homem vermelho. Somos parte da terra e ela faz parte de nós. As flores perfumadas são nossas irmãs; o cervo, o cavalo, a grande águia, são nossos irmãos. Os picos rochosos, os sulcos úmidos nas campinas, o calor do potro, e o homem – todos pertencem a mesma família.

        Portanto Grande Chefe de Washington manda dizer que deseja comprar nossa terra, pede muito de nós. O Grande Chefe diz que nos reservará um lugar onde possamos viver satisfeitos. Ele será nosso pai e nós seremos seus filhos. Portanto, nós vamos considerar sua oferta de comprar nossa terra. Mas isso não será fácil. Essa terra é sagrada para nós.

        Essa água brilhante que escorre nos riachos não é apenas água, mas o sangue de nossos antepassados. Se lhes vendermos a terra, vocês devem lembrar-se que ela é sagrada e devem ensinar as suas crianças que ela é sagrada e que cada reflexo nas águas límpidas dos lagos fala de acontecimentos e lembranças da vida de meu povo. O murmúrio das águas é a voz de meus ancestrais.

        Os rios são nossos irmãos e saciam nossa sede. Os rios carregam nossas canoas e alimentam nossas crianças. Se lhes vendermos nossa terra, vocês devem lembrar e ensinar a seus filhos que os rios são nossos irmãos e seus também. E, portanto, vocês devem dar aos rios a bondade que dedicariam a qualquer irmão.

        Sabemos que o homem branco não compreende nossos costumes. Uma porção da terra, para ele, tem o mesmo significado que qualquer outra, pois é um forasteiro que vem à noite e extrai da terra aquilo de que necessita. A terra não é sua irmã, mas sua inimiga, e quando ele a conquista, prossegue seu caminho. Deixa para trás os túmulos de seus antepassados e não se incomoda. Rapta da terra aquilo que seria de seus filhos e não se importa. A sepultura de seu pai e os direitos de seus filhos são esquecidos. Trata sua mãe, a terra, e seu irmão, o céu como coisas que possam ser compradas, saqueadas, vendidas como carneiros. Seu apetite devorará a terra, deixando somente um deserto.

        Eu não sei, nossos costumes são diferentes dos seus. A visão de suas cidades fere os olhos do homem vermelho. Talvez seja porque o homem vermelho é um selvagem e não compreenda.

        Não há lugar quieto na cidade do homem branco. Nenhum lugar onde se possa ouvir o deabrochar das flores na primavera ou o bater das asas de um inseto. Mas talvez porque eu sou um selvagem e não compreenda. O ruído parece somente insultar os ouvidos. E o que resta da vida se um homem não pode ouvir o canto solitário de uma ave ou o debate dos sapos ao redor de uma lagoa à noite? Eu sou um homem vermelho e não compreendo.

        O índio prefere o suave murmúrio do vento encrespando a face do lago, e o próprio verão limpo por uma chuva diurna ou perfumado pelos pinheiros.

        O ar é precioso para o homem vermelho pois todas as coisas compartilham o mesmo sopro – o animal, a árvore, o homem, todos compartilham o mesmo sopro. Como um homem agonizante há vários dias, é insensível ao mau cheiro. Mas se verdermos nossa terra ao homem branco, ele deve lembrar que o ar é precioso para nós, que o ar compartilha seu espírito com toda a vida que mantém. O vento que deu a nosso avô seu primeiro aspirar também recebe seu último suspiro. Se lhes vendermos nossa terra, vocês devem mantê-la intacta e sagrada, como um lugar onde até mesmo o homem branco possa ir saborear o vento açucarado pelas flores dos prados.

        Portanto, vamos meditar sobre sua oferta de comprar nossa terra. Se decidirmos aceitar, imporei uma condição, o homem branco deve tratar os animais dessa terra como irmãos.

        Sou um selvagem e não compreendo outra forma de agir. Vi um milhar de búfalos apodrecendo na planîcie, abandonados pelo homem branco que o alvejou de um trem ao passar. Eu sou um selvagem e não compreendo como é que o fumegante cavalo de ferro pode ser mais importante que o búfalo, que sacrificamos somente para permanecermos vivos.

        O que é os homens sem os animais? Se todos os animais se fossem os homens morreriam de uma grande solidão de espírito. Pois o que ocorre com os animais, breve acontece com o homem. Há uma ligação em tudo.

        Vocês devem ensinar as suas crianças que o solo a seus pés é a cinza de nossos avós. Para que respeitem a terra, digam a seus filhos que ela foi enriquecida com as vidas de nosso povo. Ensinem as suas crianças o que ensinamos as nossas que a terra é nossa mãe. Tudo o que acontecer à terra, acontecerá aos filhos da terra. Se os homens cospem no solo, estão cuspindo em si mesmos.
        Isto sabemos: a terra não pertence ao homem, o homem pertence à terra. Isto sabemos: todas as coisa estão ligadas como o sangue que une a família. Há uma ligação em tudo.

        O que ocorrer com a terra recairá sobre os filhos da terra. O homem não tramou o tecido da vida; ele é simplesmente um de seus fios. Tudo o que fazer ao tecido, fará a si mesmo.

        Mesmo o homem branco cujo Deus caminha e fala como ele de amigo para amigo, não pode estar isento do destino comum. É possível que sejamos irmãos, apesar de tudo. Veremos. De uma coisa estamos certos e o homem branco poderá vir a descobrir um dia: nosso Deus é o mesmo Deus. Ele é o Deus do homem, e Sua compaixão é igual para o homem vermelho e para o homem branco. A terra lhe é preciosa, e ferí-la é desprezar seu criador. Os brancos também passarão; talvez mais cedo que todas as tribos.

        Contaminem suas camas, e uma noite serão sufocados pelos próprios dejetos.
        Mas quando de sua desaparição, vocês brilharão intensamente, iluminados pela força do Deus que os trouxe a esta terra e por alguma razão especial lhes deu o domínio sobre o homem vermelho. Esse destino é um mistério para nós, pois não compreendemos que todos os búfalos sejam exterminados, os cavalos sejam todos domados, os recantos secretos da floresta densa impregnadas do cheiro de muitos homens, e a visão dos morros obstruídos por fios que falam. Onde está o arvoredo? Desapareceu. Onde está a águia?

        Desapareceu. É o final da vida e o início da sobrevivência.

      • Diego on

        na verdade eu me enganei não foi ao presidente Lincoln não essa carta e sim a Franklin Pierce

      • Diego on

        cacique Seattle, da tribo Suquamish

      • Mark on

        Não. Sua resposta não está correta. É uma carta escrita em 1855 pelo chefe Seatle ao presidente dos EUA, Franklin Pierce.

    • Raquel on

      Esta frase é de um índio Xerokke norte americano . Existe até a foto dele com esta frase tão famosa.

      • Carlos Lira on

        Você está certíssima, Raquel. Virou até o tema do Greenpeace! Basta procurar no Google por imagens sobre essa ONG. (y)

  2. marrtinhaa on

    eu amoo o mundoo

  3. Luana! on

    ”quando a última árvore for cortada, quando o último rio for poluído, o último peixe for pescado, aí sim eles verão que dinheiro não se come.”
    VEEEEEEEEERDADE! :~
    VAMOS COMEÇAR POR NOS A MUDAR O MUNDO, LOGICO QUE SÓ QUEM PODE MUDAR COMPLETAMENTE É DEUS, MAS VAMOS DA UMA FORÇINHA! NADA DE PENSAR : ”AH,SÓ EU.. NÃO VAI ADIANTAR NADA.” NÃO PENSEM ASSIM, PENSEM QUE TODOS NOS FORMAREMOS UMA ENORME ONDA,E FAREMOS DIFERENÇA.. ^^

  4. leiliane on

    muitas pessoas ainda não entendem que se exploramos mais do que precisamos iremos sofrer as concequecias,temos que valorizarmos o que ainda temos,pois provavelmente no futuro não existirar mais natureza e o homem perceberar que a vida não e só dinheiro e sim ter uma vida civilizada

  5. Laysa Borba on

    Foi uma profecia de uma trivo indígena, a Cree. Estudei isso em sala… =*

  6. daniel on

    isso foi um chefe indio que quando escreveu uma carta ao presidente dos estados unidos falou sobre a beleza da natureza.pq eles queriam comprar as terras deles(dos indios),e essa carta ainda hj em dia está na sede das naçoes unidas como a carta mais bela com a melhor discriçao que já foi feita a falar sobre a terra(a natureza).leiam ai em cima o que o Diego escreveu………..

  7. nayara on

    o mundo tem muitas historias para ser contada

  8. andré on

    quando a ultima arvore sucumbir por terra junto ao seu tronco estara o ultimo homem…

  9. Thomas Herison on

    esta frase foi escrita por um índigena Americano (não expecificado em qual região) para os homens “brancos” se concientizarem… ^^

  10. joao on

    li a carta do cacique para o presidente que foi colocada aqui,, mas não achei o famoso trecho escrito nela, por favor me corrijam se eu li errado

  11. josiane on

    Linda carta,usarei com referencia para um trabalho de meio ambiente

  12. Wilson do Nascimento on

    Wilson do Nascimento
    ao meu ver não estamos tão distante como pensavamos sobre a frase dita pelo chefe indigena Americano em defesa do meio ambiente

  13. Neivo Zago on

    Nada acontece por acaso. Tudo tem o seu preço. E o preço por termos maltratado a natureza já é um fardo difícil de carregar. E o pior que todos independente de ter agredido mais ou menos a natureza, de ser pobre ou rico, todos arcaremos com as consequências. isso é trágico. Neivo

  14. wine on

    Quando a ultima arvore for cortada, eles verão que não se faz dinheiro sem papel.


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